Levels of clinical complexity of adolescents eligible for palliative care assisted in a reference center in Uruguay

Niveles de complejidad clínica de adolescentes pasibles de cuidados paliativos asistidos en un centro de referencia de Uruguay

Níveis de complexidade clínica de adolescentes elegíveis para cuidados paliativos atendidos em um centro de referência no Uruguai

Notejane, Martín - Chaves, Macarena - Correa, Florencia - de Paula, Ma. Eugenia - Ferreira, Hugo - González, Ma. Belén - Román, Matías

Resumen:

Introduction: the increase in life-limiting conditions in adolescents requires their characterization, so as to be able to identify their needs, prioritize their care, define the best-case scenario and follow-up the teams. Objective: to describe the characteristics and levels of clinical complexity of adolescents assisted by the Pediatric Palliative Care Unit of the Pereira Rossell Hospital Center between 2022 and 2023. Methodology: retrospective study reviewing medical records. All adolescents from 10 to 19 years of age in active care were included. We researched sociodemographic variables, life-limiting conditions and special needs grouped into 8 categories: care by specialists; chronic need for medication; special food to live; technological assistance; rehabilitation; special education; fragility and social complexity. In order to categorize the level of complexity, we used the modified care and classification model for Children and Adolescents with Special Health Care Needs. Results: 94 adolescents were included, 51% female, median age 13,4 years, 70,2% with chronic non-evolving encephalopathies; 97% attended continuous consultations with specialists; 90,4% used drugs chronically; 33% used special nutritional formulas; and 60% used medical technology; 65% underwent rehabilitation therapies and 79% attended educational centers; 89,4% required at least one hospital admission in the last year and 15% had social complexity. 75% were classified as having low clinical complexity and 26% as having medium clinical complexity. Conclusions: most adolescents were classified as having low clinical complexity. Understanding the level of complexity will allow improving the clinical management of care by optimizing available resources.

Introducción: el aumento de adolescentes con enfermedades que amenazan o limitan la vida hace necesario caracterizarlos con el objetivo de identificar sus necesidades, priorizar la asistencia, definir el mejor escenario y equipo de seguimiento. Objetivo:  describir las características y niveles de complejidad clínica de los adolescentes asistidos por la Unidad de Cuidados Paliativos Pediátricos del Centro Hospitalario Pereira Rossell entre 2022 y 2023. Metodología: estudio retrospectivo mediante revisión de historias clínicas. Se incluyeron todos los adolescentes de 10 a 19 años en asistencia activa. Se indagaron variables sociodemográficas, enfermedad que amenaza la vida y necesidades especiales agrupadas en 8 categorías: atención por especialistas; necesidad crónica de fármacos; alimentación especial para vivir; asistencia tecnológica; rehabilitación; educación especial; fragilidad y complejidad social. Para categorizar el nivel de complejidad se utilizó el modelo de atención y clasificación de Niños y Adolescentes con Necesidades Especiales de Atención en Salud modificado. Resultados: se incluyeron 94 adolescentes, 51% de sexo femenino, mediana de edad 13,4 años, portadores de encefalopatías crónicas no evolutivas 70,2%. Asistieron a consultas continuas con especialistas 97%; utilizaron: fármacos en forma crónica 90,4%; fórmulas nutricionales especiales 33%, y tecnología médica 60%. Realizaban terapias de rehabilitación 65% y concurrían a centros educativos 79%. Requirieron en el último año al menos un ingreso hospitalario 89,4% y presentaban complejidad social 15%. Se clasificaron de baja complejidad clínica 75% y media 26%. Conclusiones: la mayoría de los adolescentes se catalogaron de baja complejidad clínica. Conocer el nivel de complejidad permitirá mejorar la gestión clínica del cuidado optimizando los recursos disponibles.

Introdução: o aumento de adolescentes com doenças ameaçadoras e/ou limitantes torna necessário caracterizá-los com o objetivo de identificar suas necessidades, priorizar o seu atendimento, definir o melhor cenário e acompanhar as equipes. Objetivo: descrever as características e os níveis de complexidade clínica dos adolescentes atendidos pela Unidade de Cuidados Paliativos Pediátricos do Centro Hospitalar Pereira Rossell entre 2022 e 2023. Metodologia: estudo retrospectivo realizado utilizando a revisão de prontuários. Foram incluídos todos os adolescentes de 10 a 19 anos em cuidados ativos. Foram investigadas variáveis sociodemográficas, doenças ameaçadoras à vida e necessidades especiais agrupadas em 8 categorias: atendimento por especialistas; necessidade crônica de medicamentos; alimentação especial para viver; assistência tecnológica; reabilitação; educação especial; fragilidade e complexidade social. Para categorizar o nível de complexidade foi utilizado o modelo modificado de atenção e classificação para Crianças e Adolescentes com Necessidades Especiais de Saúde. Resultados: foram incluídos 94 adolescentes, 51% do sexo feminino, mediana de idade 13,4 anos, 70,2% portadores de encefalopatias crônicas não evolutivas. 97% realizaram consultas contínuas com especialistas; foram utilizados: medicamentos cronicamente 90,4%; fórmulas nutricionais especiais 33% e tecnologia médica 60%. 65% realizaram terapias de reabilitação e 79% frequentaram centros educativos. 89,4% necessitaram de pelo menos uma internação hospitalar no último ano e 15% apresentaram complexidade social. 75% foram classificados como com baixa complexidade clínica e 26% como média. Conclusões: a maioria dos adolescentes foi classificada como de baixa complexidade clínica. Conhecer o nível de complexidade permitirá melhorar a gestão clínica dos cuidados, otimizando os recursos disponíveis.

Detalles Bibliográficos
2025
Cuidados Paliativos
Adolescente
Palliative Care
Adolescent
Cuidados Paliativos
Adolescente
Español
Sociedad Uruguaya de Pediatría
Archivos de Pediatría del Uruguay
https://adp.sup.org.uy/index.php/adp/article/view/671
https://doi.org/10.31134/ap.96.4
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