Community-acquired pneumonia in hospitalized children before and after the COVID-19 pandemic in a healthcare provider, Uruguay
Neumonía adquirida en la comunidad en niños hospitalizados pre y pospandemia COVID-19 en un prestador de salud, Uruguay
Pneumonia adquirida na comunidade em crianças hospitalizadas pré e pós-pandemia de COVID-19 em um prestador de saúde, Uruguai
Resumen:
Introduction: during the SARS-CoV-2 pandemic, a decrease in hospitalizations for acute respiratory infections was observed. In 2022, after the lifting of health measures, cases of Community-Acquired Pneumonia (CAP) increased and presented with complications.Objectives: to compare the frequency, clinical characteristics, and etiology of CAP in children under 15 years hospitalized in two periods: pre-pandemic (3/1/2018–3/1/2019) and post-pandemic (3/1/2022–3/1/2023).Methodology: a descriptive, cross-sectional study of children aged 1 month to 15 years with a diagnosis of CAP who required hospitalization. The following were compared between both periods: hospitalization proportions, vaccination coverage, etiology, hospital stay, and evolution. Necrotizing pneumonia was analyzed as a complication.Results: hospitalizations for CAP represented 2.8% (100) of hospital admissions pre-pandemic versus 3.8% (126) post-pandemic (p<0.01). Bacteriological confirmation was obtained in 9 (3.9%) total across both periods (S. pneumoniae 6, H. influenzae 2, S. pyogenes 1). There was no difference in vaccination status. The mean hospital stay for CAP was 4 days pre-pandemic and 6 days post-pandemic. Sixteen (16%) and 16 (12.7%) presented with necrotizing pneumonia, respectively, showing no significant difference.Conclusions: in the post-pandemic period, a significant increase in the proportion of hospitalizations for CAP was observed among users of this healthcare provider. No relationship was found with the vaccination status of both groups. This data matches that of international reports and could be partly related to the pandemicmitigation measures. Despite this increase, the proportion of complications was similar.
Introducción: durante la pandemia por SARS-CoV-2 se evidenció una disminución en las hospitalizaciones por infecciones respiratorias agudas. En 2022, tras el levantamiento de las medidas sanitarias, los casos de neumonía adquirida en la comunidad (NAC) aumentaron y se presentaron con complicaciones.Objetivos: comparar la frecuencia, características clínicas y etiología de la NAC en menores de 15 años hospitalizados en dos períodos: prepandemia (1/3/2018-1/3/2019) y pospandemia (1/3/2022-1/3/2023).Metodología: estudio descriptivo, transversal, de niños de 1 mes a 15 años con diagnóstico de NAC que requirieron hospitalización. Se compararon en ambos períodos: proporciones de hospitalización, cobertura vacunal, etiología, estadía hospitalaria y evolución. Como complicación se analizó la neumonía necrotizante.Resultados: las hospitalizaciones por NAC representaron 2,8% (100) de los ingresos hospitalarios prepandemia vs 3,8% (126) pospandemia (p <0,01). Se obtuvo confirmación bacteriológica en 9 (3,9%) en total en ambos períodos (S. pneumoniae 6, H. influenzae 2, S. pyogenes 1). No hubo diferencias en el estado vacunal. La media de estadía hospitalaria por NAC fue de 4 días prepandemia y 6 días pospandemia. Presentaron neumonía necrotizante 16 (16%) y 16 (12,7%) respectivamente. No se observó una diferencia significativa.Conclusiones: en el período pospandemia se observó un aumento significativo en la proporción de hospitalizaciones por NAC en los usuarios de este prestador de salud. No se evidenció relación con el estado vacunal de ambos grupos. Esto coincide con lo comunicado a nivel internacional y podría estar relacionado, en parte, a las medidas de mitigación de la pandemia. A pesar de este aumento, la proporción de complicaciones fue similar.
Introdução: durante a pandemia por SARS-CoV-2, evidenciou-se uma diminuição nas internações por infeções respiratórias agudas. Em 2022, após o levantamento das medidas sanitárias, os casos de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) aumentaram e apresentaram-se com complicações.Objetivos: comparar a frequência, características clínicas e etiologia da PAC em menores de 15 anos internados em dois períodos: pré-pandemia (01/03/2018–01/03/2019) e pós-pandemia (01/03/2022–01/03/2023).Metodologia: estudo descritivo, transversal, de crianças de 1 mês a 15 anos com diagnóstico de PAC que necessitaram de internação. Foram comparados em ambos os períodos: proporções de internação, cobertura vacinal, etiologia, tempo de internamento hospitalar e evolução. A pneumonia necrosante foi analisada como complicação.Resultados: as internações por PAC representaram 2,8% (100) das admissões hospitalares no período pré-pandemia versus 3,8% (126) no pós-pandemia (p<0,01). Foi obtida confirmação bacteriológica em 9 (3,9%) no total em ambos os períodos (S. pneumoniae 6, H. influenzae 2, S. pyogenes 1). Não houve diferenças no estado vacinal. A média de tempo de internamento hospitalar por PAC foi de 4 dias no pré-pandemia e 6 dias no pós-pandemia. Apresentaram pneumonia necrosante 16 (16%) e 16 (12,7%), respetivamente, não se observando uma diferença significativa.Conclusões: no período pós-pandemia, observou-se um aumento significativo na proporção de internações por PAC nos usuários deste prestador de saúde. Não se evidenciou relação com o estado vacinal de ambos os grupos. Estos dados coincidem com o comunicado a nível internacional e pode estar relacionado, em parte, às medidas de mitigação da pandemia. Apesar deste aumento, a proporção de complicações foi similar.
| 2026 | |
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| Sociedad Uruguaya de Pediatría | |
| Archivos de Pediatría del Uruguay | |
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https://adp.sup.org.uy/index.php/adp/article/view/562
https://doi.org/10.31134/AP.97.1.5 |
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