Relationship between maternal beef consumption during pregnancy and umbilical cord ferritin concentration

Relación entre el consumo materno de carne vacuna durante el embarazo y los niveles de ferritina en el cordón umbilical

Relação entre o consumo materno de carne bovina durante a gravidez e os níveis de ferritina no cordão umbilical

Moraes, Mario - Castedo, Fabiola - Ceriani, Florencia - Fares, Nelson - Herrera, Tamara - Vaz Ferreira, Catalina - Arocena, Elsa - Girona, Alejandra - Cavalleri, Fiorella - Colistro, Valentina - Borbonet, Daniel

Resumen:

Background: nutrition during pregnancy impacts the foetus and the newborn health, it has consequences at the epigenetic level and determines long-term neurological consequences. Iron requirements during pregnancy are estimated at 27 mg/day. Iron is blood absorption from is most efficient from beef. Umbilical cord blood ferritin levels can be used to assess iron deposits reached during the foetal stage. Ferritin levels are linked to the child’s long-term development.Objective: this exploratory study’s objective is to determine the relationship between beef consumption during the first quarter of pregnancy and ferritin levels in the umbilical cord.Methods: we carried out a descriptive, observational study with prospectively collected data for one-year at the Neonatology Department of the Pereira Rossell Hospital Center (CHPR) in Montevideo, Uruguay. A total of 188 patients met the inclusion criteria. We extracted umbilical cord blood after a strict cord clamping after one minute of life. Ferritin was measured using the chemoimmunofluorescence method. We carried out a maternal nutritional survey using a qualitative-quantitative method and measured the frequency and approximate quantity of iron source food consumption during the last quarter of pregnancy. This survey was focused on maternal beef consumption as the major heme iron source in Uruguay. We analyzed the relationship between these variables.Results: latent iron deficiency (ferritin in the umbilical cord <100 ng / ml) was associated with lower beef consumption during pregnancy. Fisher p-value: 0.0133, OR: 3.71, 95% CI (1.25 - 11.05).Conclusions: this study agrees with the evidence that shows that low levels of total iron and beef consumption during pregnancy determine an increased risk of latent iron deficiency and lower levels of ferritin in newborns, and therefore, greater risk of long-term adverse effects on myelination and neurocognitive development.

Antecedentes: la nutrición durante el embarazo impacta en la salud del recién nacido, con efectos a nivel epigenético determinando consecuencias neurológicas a largo plazo. Las necesidades de hierro durante el embarazo se estiman en 27 mg/día. El hierro hemo que se absorbe mejor se encuentra en la carne. La determinación de ferritina en sangre de cordón umbilical permite evaluar los depósitos de hierro alcanzados durante la etapa fetal. Sus niveles se asociaron con efectos a largo plazo sobre el desarrollo infantil.Objetivos: el objetivo de este estudio de carácter exploratorio es determinar la relación entre el consumo de carnes rojas durante el tercer trimestre de gestación y el nivel de ferritina en el cordón umbilical.Métodos: se realizó un estudio observacional descriptivo con datos recolectados prospectivamente durante un año en el Departamento de Neonatología del Centro Hospitalario Pereira Rossell (CHPR) en Montevideo, Uruguay. Un total de 188 pacientes cumplieron los criterios de inclusión. Se extrajo sangre del cordón umbilical después de un pinzamiento estricto del cordón pasado un minuto de vida. La ferritina se midió utilizando el método de quimioinmunofluorescencia. Se aplicó una encuesta nutricional materna (cualitativo-cuantitativa) que midió la frecuencia de consumo de alimentos con fuente de hierro y las cantidades aproximadas consumidas durante el último trimestre del embarazo. Esta encuesta se centró en el consumo materno de carne vacuna como principal fuente de hierro hemínico en Uruguay. Se analizó la relación entre estas variables.Resultados: el déficit latente de hierro (ferritina en el cordón umbilical <100 ng/ml) se asoció con un menor consumo de carne vacuna durante el embarazo. Valor p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC del 95% (1,25-11,05).Conclusiones: este estudio considera adecuada la evidencia que relaciona que los niveles bajos de consumo total de hierro y de carne vacuna durante el tercer trimestre de gestación determinarán un mayor riesgo de déficit latente de hierro y de ferritina medido en el cordón umbilical. Los niveles descendidos de ferritina en cordón umbilical se asocian con un mayor riesgo de efectos adversos a largo plazo sobre la mielinización y el desarrollo neurocognitivo.

Contexto: a nutrição durante a gravidez tem impacto sobre a saúde do recém-nascido, com efeitos no nível epigenético, determinando consequências neurológicas a longo prazo. As necessidades de ferro durante a gravidez são estimadas em 27 mg / dia. O ferro heme de melhor absorção e aquele encontrado na carne vacuna. A determinação da ferritina no sangue do cordão umbilical permite avaliar os depósitos de ferro atingidos na fase fetal. Seus níveis foram associados a efeitos de longo prazo no desenvolvimento das crianças.Objetivos: o objetivo deste estudo exploratório é determinar a relação entre o consumo de carne vermelha durante o terceiro trimestre de gestação e o nível de ferritina no cordão umbilical.Métodos: foi realizado um estudo observacional descritivo com dados coletados prospectivamente durante um ano no Departamento de Neonatologia do Centro Hospitalar Pereira Rossell (CHPR) em Montevidéu, Uruguai. Um total de 188 pacientes cumpriram os critérios de inclusão. O sangue do cordão umbilical foi coletado após clampeamento estrito do cordão após um minuto de vida da criança. A ferritina foi medida pelo método de quimioimunofluorescência. Aplicamos um inquérito nutricional materno (qualitativo-quantitativo) que mediu a frequência de consumo de alimentos com fonte de ferro e as quantidades aproximadas consumidas durante o último trimestre da gravidez. Esta pesquisa enfocou o consumo materno de carne bovina como principal fonte de ferro heme no Uruguai. A relação entre essas variáveis foi analisada.Resultados: a deficiência latente de ferro (ferritina no cordão umbilical <100 mg / ml) foi associada ao menor consumo de carne bovina durante a gestação. Valor de p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC 95% (1,25-11,05).Conclusões: este estudo concorda com as evidências que relacionam que os baixos níveis de ferro total e consumo de carne bovina durante o terceiro trimestre de gestação determinam um maior risco de déficit de ferro latente e ferritina mensurado no cordão umbilical. A redução dos níveis de ferritina no cordão umbilical está associada a um risco aumentado de efeitos adversos de longo prazo na mielinização e no desenvolvimento neurocognitivo.

Detalles Bibliográficos
2021
Embarazo
Dietética
Ferritinas
Déficit de hierro
Recién nacido
Gravidez
Dietetica
Ferritinas
Deficiência de ferro
Recém-nascido
Pregnancy
Dietetics
Ferritins
Iron deficiency
Newborn
Español
Sociedad Uruguaya de Pediatría
Archivos de Pediatría del Uruguay
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Acceso abierto
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author Moraes, Mario
author2 Castedo, Fabiola
Ceriani, Florencia
Fares, Nelson
Herrera, Tamara
Vaz Ferreira, Catalina
Arocena, Elsa
Girona, Alejandra
Cavalleri, Fiorella
Colistro, Valentina
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Antecedentes: la nutrición durante el embarazo impacta en la salud del recién nacido, con efectos a nivel epigenético determinando consecuencias neurológicas a largo plazo. Las necesidades de hierro durante el embarazo se estiman en 27 mg/día. El hierro hemo que se absorbe mejor se encuentra en la carne. La determinación de ferritina en sangre de cordón umbilical permite evaluar los depósitos de hierro alcanzados durante la etapa fetal. Sus niveles se asociaron con efectos a largo plazo sobre el desarrollo infantil.Objetivos: el objetivo de este estudio de carácter exploratorio es determinar la relación entre el consumo de carnes rojas durante el tercer trimestre de gestación y el nivel de ferritina en el cordón umbilical.Métodos: se realizó un estudio observacional descriptivo con datos recolectados prospectivamente durante un año en el Departamento de Neonatología del Centro Hospitalario Pereira Rossell (CHPR) en Montevideo, Uruguay. Un total de 188 pacientes cumplieron los criterios de inclusión. Se extrajo sangre del cordón umbilical después de un pinzamiento estricto del cordón pasado un minuto de vida. La ferritina se midió utilizando el método de quimioinmunofluorescencia. Se aplicó una encuesta nutricional materna (cualitativo-cuantitativa) que midió la frecuencia de consumo de alimentos con fuente de hierro y las cantidades aproximadas consumidas durante el último trimestre del embarazo. Esta encuesta se centró en el consumo materno de carne vacuna como principal fuente de hierro hemínico en Uruguay. Se analizó la relación entre estas variables.Resultados: el déficit latente de hierro (ferritina en el cordón umbilical &lt;100 ng/ml) se asoció con un menor consumo de carne vacuna durante el embarazo. Valor p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC del 95% (1,25-11,05).Conclusiones: este estudio considera adecuada la evidencia que relaciona que los niveles bajos de consumo total de hierro y de carne vacuna durante el tercer trimestre de gestación determinarán un mayor riesgo de déficit latente de hierro y de ferritina medido en el cordón umbilical. Los niveles descendidos de ferritina en cordón umbilical se asocian con un mayor riesgo de efectos adversos a largo plazo sobre la mielinización y el desarrollo neurocognitivo.
Contexto: a nutrição durante a gravidez tem impacto sobre a saúde do recém-nascido, com efeitos no nível epigenético, determinando consequências neurológicas a longo prazo. As necessidades de ferro durante a gravidez são estimadas em 27 mg / dia. O ferro heme de melhor absorção e aquele encontrado na carne vacuna. A determinação da ferritina no sangue do cordão umbilical permite avaliar os depósitos de ferro atingidos na fase fetal. Seus níveis foram associados a efeitos de longo prazo no desenvolvimento das crianças.Objetivos: o objetivo deste estudo exploratório é determinar a relação entre o consumo de carne vermelha durante o terceiro trimestre de gestação e o nível de ferritina no cordão umbilical.Métodos: foi realizado um estudo observacional descritivo com dados coletados prospectivamente durante um ano no Departamento de Neonatologia do Centro Hospitalar Pereira Rossell (CHPR) em Montevidéu, Uruguai. Um total de 188 pacientes cumpriram os critérios de inclusão. O sangue do cordão umbilical foi coletado após clampeamento estrito do cordão após um minuto de vida da criança. A ferritina foi medida pelo método de quimioimunofluorescência. Aplicamos um inquérito nutricional materno (qualitativo-quantitativo) que mediu a frequência de consumo de alimentos com fonte de ferro e as quantidades aproximadas consumidas durante o último trimestre da gravidez. Esta pesquisa enfocou o consumo materno de carne bovina como principal fonte de ferro heme no Uruguai. A relação entre essas variáveis foi analisada.Resultados: a deficiência latente de ferro (ferritina no cordão umbilical &lt;100 mg / ml) foi associada ao menor consumo de carne bovina durante a gestação. Valor de p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC 95% (1,25-11,05).Conclusões: este estudo concorda com as evidências que relacionam que os baixos níveis de ferro total e consumo de carne bovina durante o terceiro trimestre de gestação determinam um maior risco de déficit de ferro latente e ferritina mensurado no cordão umbilical. A redução dos níveis de ferritina no cordão umbilical está associada a um risco aumentado de efeitos adversos de longo prazo na mielinização e no desenvolvimento neurocognitivo.
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This survey was focused on maternal beef consumption as the major heme iron source in Uruguay. We analyzed the relationship between these variables.Results: latent iron deficiency (ferritin in the umbilical cord &lt;100 ng / ml) was associated with lower beef consumption during pregnancy. Fisher p-value: 0.0133, OR: 3.71, 95% CI (1.25 - 11.05).Conclusions: this study agrees with the evidence that shows that low levels of total iron and beef consumption during pregnancy determine an increased risk of latent iron deficiency and lower levels of ferritin in newborns, and therefore, greater risk of long-term adverse effects on myelination and neurocognitive development.Antecedentes: la nutrición durante el embarazo impacta en la salud del recién nacido, con efectos a nivel epigenético determinando consecuencias neurológicas a largo plazo. Las necesidades de hierro durante el embarazo se estiman en 27 mg/día. El hierro hemo que se absorbe mejor se encuentra en la carne. La determinación de ferritina en sangre de cordón umbilical permite evaluar los depósitos de hierro alcanzados durante la etapa fetal. Sus niveles se asociaron con efectos a largo plazo sobre el desarrollo infantil.Objetivos: el objetivo de este estudio de carácter exploratorio es determinar la relación entre el consumo de carnes rojas durante el tercer trimestre de gestación y el nivel de ferritina en el cordón umbilical.Métodos: se realizó un estudio observacional descriptivo con datos recolectados prospectivamente durante un año en el Departamento de Neonatología del Centro Hospitalario Pereira Rossell (CHPR) en Montevideo, Uruguay. Un total de 188 pacientes cumplieron los criterios de inclusión. Se extrajo sangre del cordón umbilical después de un pinzamiento estricto del cordón pasado un minuto de vida. La ferritina se midió utilizando el método de quimioinmunofluorescencia. Se aplicó una encuesta nutricional materna (cualitativo-cuantitativa) que midió la frecuencia de consumo de alimentos con fuente de hierro y las cantidades aproximadas consumidas durante el último trimestre del embarazo. Esta encuesta se centró en el consumo materno de carne vacuna como principal fuente de hierro hemínico en Uruguay. Se analizó la relación entre estas variables.Resultados: el déficit latente de hierro (ferritina en el cordón umbilical &lt;100 ng/ml) se asoció con un menor consumo de carne vacuna durante el embarazo. Valor p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC del 95% (1,25-11,05).Conclusiones: este estudio considera adecuada la evidencia que relaciona que los niveles bajos de consumo total de hierro y de carne vacuna durante el tercer trimestre de gestación determinarán un mayor riesgo de déficit latente de hierro y de ferritina medido en el cordón umbilical. Los niveles descendidos de ferritina en cordón umbilical se asocian con un mayor riesgo de efectos adversos a largo plazo sobre la mielinización y el desarrollo neurocognitivo.Contexto: a nutrição durante a gravidez tem impacto sobre a saúde do recém-nascido, com efeitos no nível epigenético, determinando consequências neurológicas a longo prazo. As necessidades de ferro durante a gravidez são estimadas em 27 mg / dia. O ferro heme de melhor absorção e aquele encontrado na carne vacuna. A determinação da ferritina no sangue do cordão umbilical permite avaliar os depósitos de ferro atingidos na fase fetal. Seus níveis foram associados a efeitos de longo prazo no desenvolvimento das crianças.Objetivos: o objetivo deste estudo exploratório é determinar a relação entre o consumo de carne vermelha durante o terceiro trimestre de gestação e o nível de ferritina no cordão umbilical.Métodos: foi realizado um estudo observacional descritivo com dados coletados prospectivamente durante um ano no Departamento de Neonatologia do Centro Hospitalar Pereira Rossell (CHPR) em Montevidéu, Uruguai. Um total de 188 pacientes cumpriram os critérios de inclusão. O sangue do cordão umbilical foi coletado após clampeamento estrito do cordão após um minuto de vida da criança. A ferritina foi medida pelo método de quimioimunofluorescência. Aplicamos um inquérito nutricional materno (qualitativo-quantitativo) que mediu a frequência de consumo de alimentos com fonte de ferro e as quantidades aproximadas consumidas durante o último trimestre da gravidez. Esta pesquisa enfocou o consumo materno de carne bovina como principal fonte de ferro heme no Uruguai. A relação entre essas variáveis foi analisada.Resultados: a deficiência latente de ferro (ferritina no cordão umbilical &lt;100 mg / ml) foi associada ao menor consumo de carne bovina durante a gestação. Valor de p de Fisher: 0,0133, OR: 3,71, IC 95% (1,25-11,05).Conclusões: este estudo concorda com as evidências que relacionam que os baixos níveis de ferro total e consumo de carne bovina durante o terceiro trimestre de gestação determinam um maior risco de déficit de ferro latente e ferritina mensurado no cordão umbilical. 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