High resolution infrared thermography for monitoring central venous catheters in a pediatric intensive care unit in Uruguay

Termografía infrarroja de alta resolución para monitoreo de catéteres venosos centrales en una unidad de cuidados intensivos pediátricos en Uruguay

Termografia infravermelha de alta resolução para monitoramento de cateteres venosos centrais em uma unidade de terapia intensiva pediátrica no Uruguai

Machado, Sergio - Rodríguez, Andrea - Guerrero, Juan - Alonso, Romina - Inverso, Ana

Resumen:

Introduction: vascular access is an indispensable tool for children care in the Pediatric Intensive Care Unit (PICU). Infection due to the use of central venous catheters (CVC) is the main cause of intrahospital infection in PICUs. Thermography has great potential, due to the fact that it is a non-invasive method, it does not cause adverse effects, it does not require sedation, it does not require moving a critical patient and it does not generate ionizing radiation. It has high sensitivity and specificity to provide information on the metabolism, perfusion and inflammation o f a region of interest. Methodology: the FLIR E75 high-resolution sensor (FLIR Systems AB, Taby, Sweden) was used, with a thermal sensitivity of 0.03°C, an IR resolution of 307.200 pixels. The measurement of the average and maximum T°C deltas was carried out (ΔTaverage ΔTmax). In this work, 2 clinical cases of patients were described in which infrared imaging was used in the follow-up of 2 confirmed infections linked to the use of CVC, where asymmetries and altered thermal dysfunctions with ΔTaverage greater than 1°C were observed in the described cases. In turn, both cases present ΔTmax greater at 2.0°C. Conclusions: the use of the infrared image could be promising as a semiological tool for the follow-up of CVC during their stay at the PICU.

Introducción: los accesos vasculares constituyen una herramienta indispensable para la asistencia de los niños en una unidad de cuidados intensivos pediátricos (UCIP). La infección relacionada al uso de catéteres venosos centrales (CVC) constituye la principal causa de infección intrahospitalaria en las UCIP. La imagen infrarroja al pie de la unidad tiene potencialidad para el apoyo semiológico cuando existe presunción de infección relacionada a CVC, dado que es un método no invasivo, no genera efectos adversos, no requiere sedación, no requiere movilizar al paciente crítico y no genera radiación ionizante. Tiene alta sensibilidad y especificidad para brindar información a nivel del metabolismo, perfusión e inflamación de una región de interés. Metodología: se utilizó el sensor de alta resolución FLIR E75 (FLIR Systems AB, Taby, Suecia), con una sensibilidad térmica de 0,03 °C, una resolución de IR 307.200 píxeles. Se realizó la medición de los deltas de T°Caverage y máximos (ΔTaverage ΔTmax). Se describen en este trabajo dos casos clínicos de pacientes en los que se utilizó la imagen infrarroja en el seguimiento de dos infecciones confirmadas vinculadas al uso de CVC, donde se constató en los casos descriptos asimetrías y disfunciones térmicas alteradas con ΔTaverage mayor a 1 °C. A su vez, ambos casos presentaron ΔTmax mayores a 2,0 °C. Conclusiones: el uso de la imagen infrarroja podría ser promisorio como una herramienta semiológica para el seguimiento de los CVC durante la estadía en una UCIP.

Introdução: os acessos vasculares constituem uma ferramenta indispensável para a assistência das crianças na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP). A infecção relacionada ao uso de cateteres venosos centrais (CVC) constitui a principal causa de infecção intra-hospitalar na UCIP. A imagem infravermelha na parte da unidade tem potencial para o apoio semiológico quando existe presunção de infecção relacionada ao CVC, visto que é um método não invasivo, não gera efeitos adversos, não requer sedação, não requer mobilização crítica do paciente e não gera radiação ionizante. Tem alta sensibilidade e especificidade para fornecer informações sobre o nível de metabolismo, perfusão e inflamação de uma região de interesse. Metodologia: foi utilizado o sensor de alta resolução FLIR E75 (FLIR Systems AB, Taby, Suecia), com sensibilidade térmica de 0,03°C, resolução IR de 307.200 pixels. A emissão da pele foi configurada em 0,98. Foi realizada a medição dos deltas de T°C médio e máximo (ΔTmédia ΔTmáx) Neste paper descrevemos 2 casos clínicos de pacientes nos quais se utilizou a imagem infravermelha no acompanhamento de 2 infecções confirmadas vinculadas ao uso de CVC onde foram constatados nos casos descritos assimetrias e disfunções térmicas alteradas com ΔTmédia maior que 1°C. Em sua vez, ambos os casos apresentaram ΔTmáx. maiores a 2,0°C. Conclusões: o uso da imagem infravermelha pode ser promovido como uma ferramenta semiológica para o acompanhamento do CVC durante a estadia na UCIP.

Detalles Bibliográficos
2025
Termografía
Catéteres Venosos Centrales
Infecciones
Thermography
Central Venous Catheters
Infections
Termografia
Cateteres Venosos Centrais
Infecções
Español
Sociedad Uruguaya de Pediatría
Archivos de Pediatría del Uruguay
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Acceso abierto
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author Machado, Sergio
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Introducción: los accesos vasculares constituyen una herramienta indispensable para la asistencia de los niños en una unidad de cuidados intensivos pediátricos (UCIP). La infección relacionada al uso de catéteres venosos centrales (CVC) constituye la principal causa de infección intrahospitalaria en las UCIP. La imagen infrarroja al pie de la unidad tiene potencialidad para el apoyo semiológico cuando existe presunción de infección relacionada a CVC, dado que es un método no invasivo, no genera efectos adversos, no requiere sedación, no requiere movilizar al paciente crítico y no genera radiación ionizante. Tiene alta sensibilidad y especificidad para brindar información a nivel del metabolismo, perfusión e inflamación de una región de interés. Metodología: se utilizó el sensor de alta resolución FLIR E75 (FLIR Systems AB, Taby, Suecia), con una sensibilidad térmica de 0,03 °C, una resolución de IR 307.200 píxeles. Se realizó la medición de los deltas de T°Caverage y máximos (ΔTaverage ΔTmax). Se describen en este trabajo dos casos clínicos de pacientes en los que se utilizó la imagen infrarroja en el seguimiento de dos infecciones confirmadas vinculadas al uso de CVC, donde se constató en los casos descriptos asimetrías y disfunciones térmicas alteradas con ΔTaverage mayor a 1 °C. A su vez, ambos casos presentaron ΔTmax mayores a 2,0 °C. Conclusiones: el uso de la imagen infrarroja podría ser promisorio como una herramienta semiológica para el seguimiento de los CVC durante la estadía en una UCIP.
Introdução: os acessos vasculares constituem uma ferramenta indispensável para a assistência das crianças na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP). A infecção relacionada ao uso de cateteres venosos centrais (CVC) constitui a principal causa de infecção intra-hospitalar na UCIP. A imagem infravermelha na parte da unidade tem potencial para o apoio semiológico quando existe presunção de infecção relacionada ao CVC, visto que é um método não invasivo, não gera efeitos adversos, não requer sedação, não requer mobilização crítica do paciente e não gera radiação ionizante. Tem alta sensibilidade e especificidade para fornecer informações sobre o nível de metabolismo, perfusão e inflamação de uma região de interesse. Metodologia: foi utilizado o sensor de alta resolução FLIR E75 (FLIR Systems AB, Taby, Suecia), com sensibilidade térmica de 0,03°C, resolução IR de 307.200 pixels. A emissão da pele foi configurada em 0,98. Foi realizada a medição dos deltas de T°C médio e máximo (ΔTmédia ΔTmáx) Neste paper descrevemos 2 casos clínicos de pacientes nos quais se utilizou a imagem infravermelha no acompanhamento de 2 infecções confirmadas vinculadas ao uso de CVC onde foram constatados nos casos descritos assimetrias e disfunções térmicas alteradas com ΔTmédia maior que 1°C. Em sua vez, ambos os casos apresentaram ΔTmáx. maiores a 2,0°C. Conclusões: o uso da imagem infravermelha pode ser promovido como uma ferramenta semiológica para o acompanhamento do CVC durante a estadia na UCIP.
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Conclusions: the use of the infrared image could be promising as a semiological tool for the follow-up of CVC during their stay at the PICU.Introducción: los accesos vasculares constituyen una herramienta indispensable para la asistencia de los niños en una unidad de cuidados intensivos pediátricos (UCIP). La infección relacionada al uso de catéteres venosos centrales (CVC) constituye la principal causa de infección intrahospitalaria en las UCIP. La imagen infrarroja al pie de la unidad tiene potencialidad para el apoyo semiológico cuando existe presunción de infección relacionada a CVC, dado que es un método no invasivo, no genera efectos adversos, no requiere sedación, no requiere movilizar al paciente crítico y no genera radiación ionizante. Tiene alta sensibilidad y especificidad para brindar información a nivel del metabolismo, perfusión e inflamación de una región de interés. 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A infecção relacionada ao uso de cateteres venosos centrais (CVC) constitui a principal causa de infecção intra-hospitalar na UCIP. A imagem infravermelha na parte da unidade tem potencial para o apoio semiológico quando existe presunção de infecção relacionada ao CVC, visto que é um método não invasivo, não gera efeitos adversos, não requer sedação, não requer mobilização crítica do paciente e não gera radiação ionizante. Tem alta sensibilidade e especificidade para fornecer informações sobre o nível de metabolismo, perfusão e inflamação de uma região de interesse. Metodologia: foi utilizado o sensor de alta resolução FLIR E75 (FLIR Systems AB, Taby, Suecia), com sensibilidade térmica de 0,03°C, resolução IR de 307.200 pixels. A emissão da pele foi configurada em 0,98. 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Conclusões: o uso da imagem infravermelha pode ser promovido como uma ferramenta semiológica para o acompanhamento do CVC durante a estadia na UCIP.Sociedad Uruguaya de Pediatría2025-06-11info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfapplication/pdfhttps://adp.sup.org.uy/index.php/adp/article/view/672https://doi.org/10.31134/ap.96.5Archives of Pediatrics of Uruguay; Vol. 96 No. 1 (2025); e301Archivos de Pediatría del Uruguay; Vol. 96 Núm. 1 (2025); e301Archivos de Pediatría del Uruguay; v. 96 n. 1 (2025); e3011688-12490004-0584reponame:Archivos de Pediatría del Uruguayinstname:Sociedad Uruguaya de Pediatríainstacron:Sociedad Uruguaya de Pediatríaspahttps://adp.sup.org.uy/index.php/adp/article/view/672/366https://adp.sup.org.uy/index.php/adp/article/view/672/367Derechos de autor 2025 Sergio Machado, Andrea Rodríguez, Juan Guerrero, Romina Alonso, Ana Inversohttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0info:eu-repo/semantics/openAccessCreativeCommons by/4.02026-05-14T13:33:17Zoai:ojs.sup.org.uy:article/672Portal de revistashttps://adp.sup.org.uy/index.php/adpOrganización no gubernamentalhttps://www.sup.org.uy/https://adp.sup.org.uy/index.php/adp/oaiUruguayopendoar:2026-05-14T13:33:17Archivos de Pediatría del Uruguay - Sociedad Uruguaya de Pediatríafalse
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