Redes sociales, consumidores y propiedad intelectual. Comentario jurisprudencial a la Sentencia 14/07300, del Tribunal de Gran Instancia de París, de 7 de agosto de 2018

Social networks, consumers and intellectual property. Case-law commentary on Judgment 14/07300, of the Court of Great Instance of Paris, of August 7, 2018

Redes sociais, consumidores e propriedade intelectual. Comentário de jurisprudência sobre o julgamento 14/07300, do Tribunal de Grande Instância de Paris, de 7 de agosto de 2018

Caballero Trenado, Laura

Resumen:

¿Tienen entidad de consumidores los usuarios de redes sociales? Si la respuesta a esta pregunta es afirmativa, se activa inmediatamente un catálogo de derechos como, por ejemplo, la legitimación para accionar un procedimiento judicial. La legislación europea en materia de derechos de consumidores está armonizada y goza de una naturaleza muy tuitiva. Hasta ahora, en la interacción con las redes sociales, el usuario se veía impelido a contratar un “cheque en blanco” que suponía la cesión de buena parte de sus derechos como, por ejemplo, los derechos de autor que pudieran corresponderle al cesionario, el propietario de la red social. Pero la reciente Decisión del Tribunal de Gran Instancia de París ha revertido la posición jurídica de un grupo de consumidores franceses, que interpusieron una demanda colectiva contra la red social Twitter, al darles la razón, tras calificar de “abusivas” la mayoría de las cláusulas y condenar a la red social a pagar a la Asociación de consumidores francesa 30.000 euros. Este trabajo analiza esta importante Resolución judicial, al objeto de trazar las implicaciones más relevantes que impactan en el derecho de los consumidores y usuarios del ámbito normativo civil, en general, y en materia de propiedad intelectual une création du droit (Bergé, 2015), en particular.

Do users of social networks have a consumer entity? If the answer to this question is affirmative, a catalog of rights is immediately activated, such as, for example, the legitimacy to initiate a judicial proceeding. European legislation on consumer rights is harmonized and has a very protective nature. Until now, in the interaction with social networks, the user was compelled to contract a "blank check" that involved the transfer of a large part of their rights, such as, for example, the copyright that might correspond to the transferee. The owner of the social network. But, the recent decision of the Court of Large Instance of Paris has reversed the legal position of a group ofFrench consumers, who filed a class action against the social network Twitter, to give them the reason, after describing as "abusive" most clauses and condemn the social network to pay the French Consumer Association 30,000 euros. This paper analyzes this important judicial resolution, in order to draw the most relevant implications that impact on the right of consumers and users of the civil normative sector, in general, and in intellectual property une création du droit (Bergé, 2015), in particular.

Os usuários de redes sociais têm uma entidade de consumidor? Se a resposta a esta pergunta for afirmativa, um catálogo de direitos é imediatamente ativado, como, por exemplo, a legitimidade para iniciar um processo judicial. A legislação europeia em matéria de direitos dos consumidores é harmonizada e tem um carácter muito moderado. Até o momento, na interação com as redes sociais, o usuário era obrigado a contratar um "cheque em branco" que envolvia a transferência de grande parte de seus direitos, como, por exemplo, os direitos autorais que poderiam corresponder ao cessionário. , o dono da rede social. Mas a recente decisão do Tribunal de Grande Instância de Paris reverteu a posição legal de um grupo de consumidores franceses, que entrou com uma ação coletiva contra a rede social Twitter, para lhes dar a razão, depois de descrever como cláusulas "abusivas" e condenar a rede social a pagar à Associação Francesa de Consumidores 30.000 euros. Este artigo analisa essa importante resolução judicial, a fim de traçar as implicações mais relevantes que impactam o direito dos consumidores e usuários do campo normativo civil, em geral, e em matéria de propriedade intelectual une création du droit(Bergé: 2015, 5) em particular.

Detalles Bibliográficos
2019
Redes sociales
Consumidores
Propiedad intelectual
Cláusulas abusivas
Derechos de autor
Social networks
Consumers
Intellectual property
Unfairterms
Copyright
Redes sociais
Consumidores
Propriedade intelectual
Cláusulas abusivas
Direitos autorais
JURISPRUDENCIA
DERECHOS DEL CONSUMIDOR
Español
Universidad de la República
COLIBRI
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Acceso abierto
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Do users of social networks have a consumer entity? If the answer to this question is affirmative, a catalog of rights is immediately activated, such as, for example, the legitimacy to initiate a judicial proceeding. European legislation on consumer rights is harmonized and has a very protective nature. Until now, in the interaction with social networks, the user was compelled to contract a "blank check" that involved the transfer of a large part of their rights, such as, for example, the copyright that might correspond to the transferee. The owner of the social network. But, the recent decision of the Court of Large Instance of Paris has reversed the legal position of a group ofFrench consumers, who filed a class action against the social network Twitter, to give them the reason, after describing as "abusive" most clauses and condemn the social network to pay the French Consumer Association 30,000 euros. This paper analyzes this important judicial resolution, in order to draw the most relevant implications that impact on the right of consumers and users of the civil normative sector, in general, and in intellectual property une création du droit (Bergé, 2015), in particular.
Os usuários de redes sociais têm uma entidade de consumidor? Se a resposta a esta pergunta for afirmativa, um catálogo de direitos é imediatamente ativado, como, por exemplo, a legitimidade para iniciar um processo judicial. A legislação europeia em matéria de direitos dos consumidores é harmonizada e tem um carácter muito moderado. Até o momento, na interação com as redes sociais, o usuário era obrigado a contratar um "cheque em branco" que envolvia a transferência de grande parte de seus direitos, como, por exemplo, os direitos autorais que poderiam corresponder ao cessionário. , o dono da rede social. Mas a recente decisão do Tribunal de Grande Instância de Paris reverteu a posição legal de um grupo de consumidores franceses, que entrou com uma ação coletiva contra a rede social Twitter, para lhes dar a razão, depois de descrever como cláusulas "abusivas" e condenar a rede social a pagar à Associação Francesa de Consumidores 30.000 euros. Este artigo analisa essa importante resolução judicial, a fim de traçar as implicações mais relevantes que impactam o direito dos consumidores e usuários do campo normativo civil, em geral, e em matéria de propriedade intelectual une création du droit(Bergé: 2015, 5) em particular.
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FDRevista de la Facultad de Derecho (46) (2019, ene. jun.)Las obras depositadas en el Repositorio se rigen por la Ordenanza de los Derechos de la Propiedad Intelectual de la Universidad de la República.(Res. Nº 91 de C.D.C. de 8/III/1994 – D.O. 7/IV/1994) y por la Ordenanza del Repositorio Abierto de la Universidad de la República (Res. Nº 16 de C.D.C. de 07/10/2014)info:eu-repo/semantics/openAccessLicencia Creative Commons Atribución (CC - By 4.0)Redes socialesConsumidoresPropiedad intelectualCláusulas abusivasDerechos de autorSocial networksConsumersIntellectual propertyUnfairtermsCopyrightRedes sociaisConsumidoresPropriedade intelectualCláusulas abusivasDireitos autoraisJURISPRUDENCIADERECHOS DEL CONSUMIDORRedes sociales, consumidores y propiedad intelectual. Comentario jurisprudencial a la Sentencia 14/07300, del Tribunal de Gran Instancia de París, de 7 de agosto de 2018Social networks, consumers and intellectual property. Case-law commentary on Judgment 14/07300, of the Court of Great Instance of Paris, of August 7, 2018Redes sociais, consumidores e propriedade intelectual. Comentário de jurisprudência sobre o julgamento 14/07300, do Tribunal de Grande Instância de Paris, de 7 de agosto de 2018Artículoinfo:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:COLIBRIinstname:Universidad de la Repúblicainstacron:Universidad de la RepúblicaCaballero Trenado, LauraLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-84267http://localhost:8080/xmlui/bitstream/20.500.12008/45281/5/license.txt6429389a7df7277b72b7924fdc7d47a9MD55CC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; charset=utf-844http://localhost:8080/xmlui/bitstream/20.500.12008/45281/2/license_urla0ebbeafb9d2ec7cbb19d7137ebc392cMD52license_textlicense_texttext/html; charset=utf-820496http://localhost:8080/xmlui/bitstream/20.500.12008/45281/3/license_texta34a400dd0046b3aef60f72471c4f991MD53license_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-824251http://localhost:8080/xmlui/bitstream/20.500.12008/45281/4/license_rdf71ed42ef0a0b648670f707320be37b90MD54ORIGINALAR. 46. 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Caballero Trenado, Laura
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