Análise de modelos de albedo para solo arenoso no semiárido do Brasil.
Resumen:
O notável protagonismo dos módulos bifaciais no mercado fotovoltaico desencadeou a necessidade de estimar o albedo da superfície de forma mais detalhada. Alguns tipos de solos podem apresentar características ópticas que otimizam a geração das usinas fotovoltaicas com módulos bifaciais. No semiárido brasileiro, região com elevado potencial solar, o solo típico predominante nas centrais fotovoltaicas é o solo do tipo arenoso. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho de quatro modelos de albedo existentes na literatura e um modelo simplificado proposto para um solo arenoso da região de Petrolina, Pernambuco. Nessa análise, foram considerados modelos constantes, univariados e bivariados. O modelo bivarido, que considera a fração difusa e o ângulo zenital demonstrou ganhos significativos na estimativa do albedo do solo correspondendo a uma melhora de 30,6% no nRMSE, com diferença de quase 4% em relação ao modelo constante de referência (valor médio). Ainda foi observado que a depender da disponibilidade de medidas da fração difusa é recomendável aplicar modelos univariados que consideram como entrada o ângulo zenital, cuja melhora pode alcançar 15,3% no nRMSE e diferença de 1,9% frente aos modelos constantes.
| 2024 | |
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Reflectância do solo Albedo Módulos bifaciais |
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| Portugués | |
| Universidad de la República | |
| COLIBRI | |
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Alguns tipos de solos podem apresentar características ópticas que otimizam a geração das usinas fotovoltaicas com módulos bifaciais. No semiárido brasileiro, região com elevado potencial solar, o solo típico predominante nas centrais fotovoltaicas é o solo do tipo arenoso. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho de quatro modelos de albedo existentes na literatura e um modelo simplificado proposto para um solo arenoso da região de Petrolina, Pernambuco. Nessa análise, foram considerados modelos constantes, univariados e bivariados. O modelo bivarido, que considera a fração difusa e o ângulo zenital demonstrou ganhos significativos na estimativa do albedo do solo correspondendo a uma melhora de 30,6% no nRMSE, com diferença de quase 4% em relação ao modelo constante de referência (valor médio). 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