La Corte Internacional de Justicia en el asunto Jadhav (India v. Pakistán) y un acople normativo demorado: derecho a ser informado a la asistencia consular y los derechos humanos

The International Court of Justice in Jadhav case (India v. Pakistan) and a Delayed Regulatory Coupling: Right to be informed to Consular Assistance and Human Rights

O Tribunal Internacional de Justiça no processo Jadhav (Índia v. Paquistão) e um acoplamento normativo demorado: direito a ser informado da assistência consular e dos direitos humanos

Díaz Galán, Elena C. - Bertot Triana, Harold

Resumen:

El presente artículo analiza críticamente la jurisprudencia de la Corte Internacional de Justicia en relación con la interpretación y aplicación del artículo 36 de la Convención de Viena sobre Relaciones Consulares. Esta vez, al hilo del reciente fallo en el caso Jadhav (India vs. Pakistán), en el que la Corte mantiene una línea jurisprudencial que se analiza en sus limitaciones en relación con los derechos humanos y que tiene antecedentes. Se pretende demostrar, mediante el análisis normativo y jurisprudencial como método esencial del trabajo, que todavía no se han producido avances decisivos en el reconocimiento del derecho a ser informado a la asistencia consultar como un derecho humano que disponga de autonomía en el plano jurídico. La Corte Internacional de Justicia no extrae todas las consecuencias en el campo de los derechos humanos en esta temática. Este trabajo tendría el valor de apuntar las líneas que debería seguir la jurisprudencia de la Corte para acoger la tendencia a ocuparse de los asuntos sobre derechos humanos.

This article critically analyses the jurisprudence of the International Court of Justice in relation to the interpretation and application of article 36 of the Vienna Convention on Consular Relations. This time in the light of the recent decision in the Jadhav case (India vs. Pakistan), in which the Court maintains a line of jurisprudence that is analysed in its limitations in relation to human rights and which has antecedents. The aim is to demonstrate, through a legal and a case-law analysis as an essential method of work, that no decisive progress has yet been made in the recognition of the right to be informed to consular assistance as a human right with autonomy at the legal level. The International Court of Justice does not draw all the consequences in the field of human rights in this area. This work would have the value of pointing out the lines that should been followed by the Court’s jurisprudence in order to accommodate the tendency to deal with cases related to the human rights.

Este artigo analisa criticamente a jurisprudência do Tribunal Internacional de Justiça em relação à interpretação e aplicação do artigo 36º da Convenção de Viena sobre Relações Consulares. Desta vez, segue-se a recente decisão no processo Jadhav (Índia contra Paquistão), no qual o Tribunal mantém uma linha de jurisprudência que é analisada nas suas limitações em relação aos direitos humanos, e que tem antecedentes.Pretende-se demonstrar, através da análise normativa e jurisprudencial como método essencial do trabalho, que ainda não se registaram progressos decisivos no reconhecimento do direito a ser informado da assistência consultar como um direito humano que disponha de autonomia no plano jurídico. O Tribunal Internacional de Justiça não tira todas as consequências no domínio dos direitos humanos nesta matéria. Este trabalho teria a coragem de apontar as linhas que a jurisprudência do Tribunal deveria seguir para acolher a tendência a ocupar-se dos assuntos sobre direitos humanos.

Detalles Bibliográficos
2020
Derecho a ser informado a la asistencia consular
Corte Internacional de Justicia
Convención de Viena sobre Relaciones Consulares
Derechos Humanos
Corte Interamericana de Derechos Humanos
Right to be informed to Consular Assistance
International Court of Justice
Vienna Convention on Consular Relations
Human Rights
Inter-American Court of Human Rights
Direito de ser informado à assistência consular
Tribunal Internacional de Justiça
Convenção de Viena sobre Relações Consulares
Direitos do Homem
Tribunal Interamericano dos Direitos do Homem
DERECHO CONSULAR
JUSTICIA INTERNACIONAL
TRIBUNALES INTERNACIONALES DE JUSTICIA
Español
Universidad de la República
COLIBRI
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Acceso abierto
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This article critically analyses the jurisprudence of the International Court of Justice in relation to the interpretation and application of article 36 of the Vienna Convention on Consular Relations. This time in the light of the recent decision in the Jadhav case (India vs. Pakistan), in which the Court maintains a line of jurisprudence that is analysed in its limitations in relation to human rights and which has antecedents. The aim is to demonstrate, through a legal and a case-law analysis as an essential method of work, that no decisive progress has yet been made in the recognition of the right to be informed to consular assistance as a human right with autonomy at the legal level. The International Court of Justice does not draw all the consequences in the field of human rights in this area. This work would have the value of pointing out the lines that should been followed by the Court’s jurisprudence in order to accommodate the tendency to deal with cases related to the human rights.
Este artigo analisa criticamente a jurisprudência do Tribunal Internacional de Justiça em relação à interpretação e aplicação do artigo 36º da Convenção de Viena sobre Relações Consulares. Desta vez, segue-se a recente decisão no processo Jadhav (Índia contra Paquistão), no qual o Tribunal mantém uma linha de jurisprudência que é analisada nas suas limitações em relação aos direitos humanos, e que tem antecedentes.Pretende-se demonstrar, através da análise normativa e jurisprudencial como método essencial do trabalho, que ainda não se registaram progressos decisivos no reconhecimento do direito a ser informado da assistência consultar como um direito humano que disponha de autonomia no plano jurídico. O Tribunal Internacional de Justiça não tira todas as consequências no domínio dos direitos humanos nesta matéria. Este trabalho teria a coragem de apontar as linhas que a jurisprudência do Tribunal deveria seguir para acolher a tendência a ocupar-se dos assuntos sobre direitos humanos.
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This work would have the value of pointing out the lines that should been followed by the Court’s jurisprudence in order to accommodate the tendency to deal with cases related to the human rights.Este artigo analisa criticamente a jurisprudência do Tribunal Internacional de Justiça em relação à interpretação e aplicação do artigo 36º da Convenção de Viena sobre Relações Consulares. Desta vez, segue-se a recente decisão no processo Jadhav (Índia contra Paquistão), no qual o Tribunal mantém uma linha de jurisprudência que é analisada nas suas limitações em relação aos direitos humanos, e que tem antecedentes.Pretende-se demonstrar, através da análise normativa e jurisprudencial como método essencial do trabalho, que ainda não se registaram progressos decisivos no reconhecimento do direito a ser informado da assistência consultar como um direito humano que disponha de autonomia no plano jurídico. 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FDRevista de la Facultad de Derecho (49) (2020, jul. - dic.)Las obras depositadas en el Repositorio se rigen por la Ordenanza de los Derechos de la Propiedad Intelectual de la Universidad de la República.(Res. Nº 91 de C.D.C. de 8/III/1994 – D.O. 7/IV/1994) y por la Ordenanza del Repositorio Abierto de la Universidad de la República (Res. 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Díaz Galán, Elena C.
Derecho a ser informado a la asistencia consular
Corte Internacional de Justicia
Convención de Viena sobre Relaciones Consulares
Derechos Humanos
Corte Interamericana de Derechos Humanos
Right to be informed to Consular Assistance
International Court of Justice
Vienna Convention on Consular Relations
Human Rights
Inter-American Court of Human Rights
Direito de ser informado à assistência consular
Tribunal Internacional de Justiça
Convenção de Viena sobre Relações Consulares
Direitos do Homem
Tribunal Interamericano dos Direitos do Homem
DERECHO CONSULAR
JUSTICIA INTERNACIONAL
TRIBUNALES INTERNACIONALES DE JUSTICIA
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